Programação reativa: como pode auxiliar na diminuição do trabalho de TI em sua empresa

Tempo de leitura: 8 min

Escrito por lucas
em novembro 22, 2022

A programação reativa é uma metodologia desenvolvida pela Microsoft, por meio de uma ordem específica que torna as operações independentes.

Os profissionais de programação lidam com muitos paradigmas e por essa razão já sabem da existência da programação imperativa, declarativa e reativa, além de muitos outros conceitos relacionados.

A partir do momento em que o profissional entende os paradigmas e conceitos fundamentais e a linguagem sob a qual se aplicam, bem como o framework e a construção de bibliotecas, a curva de aprendizado fica um pouco mais rápida.

Dessa forma, os profissionais conseguem se adaptar com mais facilidade. Quando notam pontos muito comuns no desenvolvimento das aplicações, os programadores decidem usar o manifesto reativo.

Nele, os pilares da programação são abordados, tendo como principal propósito trazer mais agilidade, eliminar as dificuldades das etapas presentes no processo e garantir uma experiência diferenciada para os usuários.

No entanto, para aplicar corretamente a programação reativa, é fundamental entender um pouco mais sobre o assunto.

Pensando nisso, o presente artigo vai mostrar qual é a definição dessa programação, de que maneira ela está presente na tecnologia atual e por que está diminuindo o trabalho do TI.

O que é programação reativa?

Programação reativa é um modelo de programação desenvolvido pela Microsoft e orientado por fluxo de dados e propagações de estados.

Os fluxos também são conhecidos como streams, e na maioria das vezes são assíncronos, portanto, possuem operações independentes umas das outras e que não precisam ser executadas em uma sequência específica.

As ações de programação reativa são transmitidas e detectadas por meio de fluxo de dados, e dentro de uma grande agência de acompanhante de idoso noturno, acontece por meio de situações como:

  • Eventos;
  • Mensagens;
  • Chamadas;
  • Falhas.

Dessa forma, as ações reativas são constituídas por reações e alterações que ocorrem nos fluxos de dados.

Como ela está presente na tecnologia atual?

A programação reativa está presente na tecnologia por meio de 4 fundamentos que sustentam sua metodologia.

Um deles é a elasticidade que reage à carga ou demanda por meio do uso de vários núcleos e servidores.

O segundo é o message drive, que age a eventos ao invés de seguir ordens síncronas, visto que os sistemas são compostos por gerenciadores de eventos assíncronos e não bloqueantes.

O terceiro fundamento é a responsividade que reage aos usuários por meio de aplicações que proporcionam interações e experiências enriquecedoras, que acontecem em tempo real.

Por fim, a resiliência é uma aplicação capaz de reagir às falhas e se recuperar das falhas de conectividade, hardware e software.

Se a equipe de TI de uma empresa especializada em inscrição de embarcação na marinha deseja utilizar a programação reativa, também deve compreender o contraste entre ela e o modelo clássico de web development.

A metodologia tradicional pode ser comparada com o processo usado para construir uma parede. Quando informações são enviadas, é como se o cimento estivesse sendo preparado e a função de construção é iniciada, logo após, é necessário fazer o reboco.

Depois, é necessário esperar um tempo e quando o período acaba, finalmente a parede pode ser pintada. Agora, se depois da finalização, o responsável se lembrar que não passou a fiação, o trabalho pode ser totalmente perdido.

Essa analogia serve para mostrar que o sistema clássico daria o trabalho como perdido, caso alguma falha de comunicação acontecesse. Por conta disso, o desenvolvedor precisaria refazer o trabalho.

Com a programação reativa, é perfeitamente possível fazer o procedimento de maneira mais inteligente e autônoma, garantindo que tudo seja interligado em paralelo, sem que para isso seja necessário seguir uma ordem cronológica e linear.

Isso significa que é possível chegar ao resultado esperado e garantir o funcionamento, sem seguir uma ordem engessada para cada tarefa. Justamente por isso existe o termo “assíncrono” como uma definição para programação reativa.

Benefícios da programação reativa

A área de tecnologia da informação de um lar de idosos perto de mim pode ter acesso a uma série de benefícios ao investir em programação reativa.

Dentre eles está a possibilidade de usar recursos computacionais inteligentes, no que diz respeito ao hardware multi-core e multi-CPU.

Outra grande vantagem é que ela aumenta a produtividade dos desenvolvedores, tendo em vista sua abordagem direta e de fácil manutenção para lidar com a IO assíncrona e não bloqueante.

Isso é algo totalmente diferente do que acontece com a programação tradicional, fazendo com que os processos se tornem muito mais ágeis.

A programação reativa também se destaca quando se trata da criação e composição de componentes de fluxos de trabalho. Isso se dá porque ela aproveita a execução assíncrona.

Sendo assim, é possível aplicar essa tecnologia dentro de uma lavanderia industrial hoteleira, um exemplo disso é a inclusão da contrapressão que garante o consumo ilimitado de recursos.

Como está afetando o trabalho de TI?

É possível definir a programação reativa como um tipo de programação em que os sistemas reativos são mais flexíveis, menos acoplados, escaláveis, fáceis de desenvolver, sensíveis a mudanças e mais tolerante a falhas.

Quando as falhas acontecem, ela simplesmente as trata ou as ignora, além disso, oferece feedbacks interativos e efetivos.

A programação reativa consegue diminuir o trabalho do setor de tecnologia da informação porque aumenta o nível de abstração do código para que o desenvolvedor possa se concentrar na interdependência dos eventos que fazem parte da lógica de negócios.

Não é necessário trabalhar com uma grande quantidade de detalhes de implementação, visto que, de qualquer forma, o serviço será muito mais conciso.

Para uma empresa de toldo para comércio de lona, o benefício fica ainda mais evidente com aplicativos web modernos e aplicativos móveis porque são altamente interativos e usam diferentes eventos de interface relacionados a outros eventos de dados.

Durante muitos anos, a interação com páginas da internet acontecia basicamente por meio do envio de um formulário para o backend e a execução de renderizações acontecia na camada front end.

Só que as aplicações evoluíram para as execuções que acontecem em tempo real. Por exemplo, a modificação de um único campo de formulário ajuda a acionar automaticamente um save no backend.

No caso de curtidas em algum conteúdo, elas podem ser refletidas em tempo real para outros usuários que estejam conectados e assim sucessivamente.

Hoje em dia, os aplicativos possuem uma grande quantidade de eventos que acontecem em tempo real e que são dos mais variados tipos.

Dessa forma, uma empresa especializada em revitalizar plástico automotivo consegue proporcionar experiências interativas para os usuários.

No entanto, é fundamental ter ferramentas para lidar adequadamente com essa mudança, e a melhor opção para fazer isso é a programação reativa.

Pilares da programação reativa

Para que as aplicações sejam consideradas como reativas, elas precisam reunir alguns pilares. Um deles é a responsividade, pois garante feedback rápido para os usuários em relação às ações que desempenham..

Um exemplo disso é uma plataforma e-commerce que, quando o usuário clica na página do carrinho não pode demorar, caso isso seja necessário, deve enviar um feedback ao visitante.

Outro elemento indispensável é a resiliência, em que as aplicações reativas reagem e se recuperam de falhas de software e hardware, bem como de conectividade, sabendo lidar muito bem com aquilo que apresenta comportamento incorreto.

Se o site de um despachante mais próximo é resiliente, consegue ser responsivo, caso apresente alguma falha.

A elasticidade de um sistema ocorre quando ele se mantém responsivo e resiliente, mesmo diante de variações de carga. Ele vai reagir a elas, por meio do aumento ou diminuição de recursos alocados.

A aplicação precisa ser capaz de voltar para a configuração inicial quando o pico de acessos diminuir, pois isso evita custos desnecessários, mas se isso não acontecer, então a aplicação não pode ser considerada elástica.

Por fim, a programação reativa é guiada por mensagens, pois isso permite que o sistema reaja a eventos ao invés de compor aplicações múltiplas.

Na plataforma de um fabricante de portão deslizante 3 folhas, as mensagens são trafegadas por um meio transparente entre os componentes, como no caso de um barramento de eventos, constituindo os data streams.

Considerações finais

Para atender a demanda das empresas e as mudanças na postura dos usuários em relação às experiências e aplicações, é fundamental investir na programação reativa e estrutura orientada a eventos.

Hoje em dia, os desenvolvedores podem contar com implementações em quase todas as linguagens populares do mercado com frameworks robustos e mais estáveis.

Por outro lado, não saber adotar a programação reativa adequadamente pode trazer alguns problemas porque o modo como o desenvolvedor escreve o código muda.

É necessário entender que para escrever um código reativo, é imprescindível mudar o pensamento de que o modo imperativo determina o guide e será substituído por eventos e fluxos de dados.

Esse texto foi originalmente desenvolvido pela equipe do blog Guia de Investimento, onde você pode encontrar centenas de conteúdos informativos sobre diversos segmentos.

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