Como é a prova de residência médica?

Tempo de leitura: 3 min

Escrito por admin
em maio 27, 2022

A prova da residência médica pode ser um desafio para muitos, mas é possível se preparar para tornar o processo mais simples. Saiba como!

Depois das dificuldades do vestibular e da faculdade, ainda há mais um passo importante para os médicos: a prova da residência.

De fato, estudar para residência médica é, para muitos, um grande desafio que demanda muito tempo e sacrifício para a aprovação.

Mas é possível tornar esse caminho mais simples e conseguir um bom resultado mais cedo, desde que se conheça a melhor forma de se preparar.

Para isso, preparamos um artigo para te mostrar todos os principais passos da prova de residência médica. Com o intuito de que você consiga se preparar da forma mais adequada possível.

O que cai na prova teórica?

Primeiramente, acontece a fase de prova teórica da residência, envolvendo 5 grandes áreas da graduação da medicina: Clínica Médica, Medicina Preventiva, Ginecologia e Obstetrícia, Cirurgia e Pediatria.

Sendo assim, há uma preocupação em passar questões de diversas áreas da medicina para que o futuro especialista saiba praticar a medicina de forma integrada.  

Vale notar, entretanto, que nem sempre a distribuição de questões é igual: muitas vezes, é comum que certas áreas tenham um foco maior. Isso vai depender da instituição e também do ano de aplicação da prova.

As questões são objetivas, de forma geral, e possuem cerca de 100 questões (podendo variar um pouco para mais ou para menos).

Vale atentar para a Medicina Preventiva e Sistema Único de Saúde (SUS), que possui muito destaque em algumas provas, como no exame da USP.

O que cai na prova prática?

De forma geral, a prova prática funciona como uma simulação envolvendo questões. Ela é dividida em estações em que, cada uma, deve-se resolver os casos em poucos minutos.

Assim, para cada estação, o examinador pega algumas informações com uma pessoa que se passa pelo paciente. Isso é feito com o intuito de simular um atendimento na vida real.

Dessa forma, o estudante deve coletar as informações e formular uma hipótese diagnóstica, para depois realizar a conduta apropriada. Portanto, é fundamental adquirir o máximo de dados possível para saber como lidar em cada situação.

A execução em cada questão é diferente. Por exemplo: pode ser necessário fazer algum procedimento prático, e em outros pode ser necessário também fazer um exame físico.

Entre os pontos avaliados, destaca-se a linguagem utilizada pelo estudante, sua apresentação e a correta execução da anamnese.

Os assuntos cobrados por cada instituição variam, por isso é bom estudar as principais áreas para se preparar da forma adequada.

O que cai na fase da entrevista?

Na fase da entrevista, os examinadores vão conhecer o aluno de forma mais apropriada e entender os motivos que fizeram ele escolher a residência. Essa parte do exame é importante para alinhar valores do estudante e da instituição em questão.

Primeiramente, é preciso ter um currículo conciso que saiba priorizar as informações mais importantes da vida profissional do estudante. Currículos gigantescos não são necessariamente os melhores: vale mais a pena organizá-lo bem e saber dividir as informações.

Na hora da entrevista, vale a pena manter uma boa apresentação pessoal: boas roupas, confiança e simpatia na conversa. Isso pode ajudar para que o examinador tenha uma boa visão do candidato.

Ter uma boa conversa é um bom sinal para os avaliadores, pois mostra confiança no seu trabalho e revela um indício de que será possível ter um bom trato com os futuros pacientes.

Saber as informações da instituição para a qual se está se candidatando é fundamental para entender o que eles buscam em um bom residente. Portanto, vale a pena se preparar.

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