Colar elizabetano: saiba a importância para o seu cachorro

Tempo de leitura: 7 min

Escrito por gabriel
em abril 4, 2022

JUNTE-SE Á NOSSA LISTA DE SUBSCRITORES

Entre para nossa lista e receba conteúdos exclusivos e com prioridade

100% livre de spam.

Compartilhe agora mesmo:

O colar elizabetano é uma excelente maneira de garantir a segurança do seu cachorro, principalmente após algum tratamento ou procedimento cirúrgico. Porém, seus cuidados e sua importância vão muito além do que as pessoas compreendem ou entendem.

Pensemos que um animal de estimação depende de nós para ficar seguro e, de fato, sobreviver. Então, nada mais justo do que os donos entenderem o máximo possível sobre o assunto para saber lidar com qualquer situação que envolva o colar elizabetano.

Com isso em mente, o texto de hoje irá abordar esse item e explorar a sua importância para o seu cachorro, mostrando alguns cuidados e conceitos de aplicação, mostrando que você se preocupa com seu companheiro e preza pela vida dele.

Desde uma empresa de inspeção de equipamentos até um simples comércio de camisetas tomam os devidos cuidados para que tudo que está sob sua responsabilidade seja devidamente cuidado e aumente a garantia de que tudo ficará bem.

Se esse cuidado já é grande com coisas materiais e estratégias de negócios, quando pensamos em uma vida, eles devem ser redobrados, afinal, apesar de ser um pouco menos complexo, cuidar de um bichinho de estimação ainda sim é uma enorme responsabilidade.

Não é apenas comprar uma capa de lona e deixar o cãozinho deitar sobre ela que tudo está pronto. É necessário comprar uma casinha, ter um cobertor para aquecê-lo, dar comida, água, vacinas e, obviamente, muita atenção e carinho.

Porém, principalmente quando passam por algum procedimento cirúrgico ou tomam algum tipo de vacina, é preciso utilizar o colar elizabetano para garantir a segurança do pet e, mesmo que possa parecer um pouco incômodo para ele, é necessário.

Podendo ser utilizado tanto por cães como por gatos, o colar elizabetano também é conhecido como colar da vergonha e é essencial para diversos tratamentos que visam o bem-estar deles, assim como o avental descartável ajuda no bem estar do meio ambiente.

Pode-se dizer que a sua principal função é impedir que os animais acabem lambendo partes feridas do seu corpo ou que estão sob efeito de medicamentos. Por não possuírem mãos, a única forma de coçar ou mexer no local é utilizando a boca.

Claro que dependendo em que lugar do corpo for, eles podem suas patas, mas na grande maioria das vezes, isso funciona normalmente. 

Portanto, assim como é preciso entender sobre sistema de hidrantes ao se planejar o encanamento de uma rua, os tópicos a seguir irão abordar um pouco mais sobre o colar elizabetano, explorando seu conceito, importância e vantagens para o dono e o animal.

A importância do colar elizabetano

De forma simples e direta, conforme mencionado no início desse artigo, o objetivo do colar elizabetano é proteger regiões sensíveis do corpo do bichinho e garantir que os remédios ou até mesmo as feridas cicatrizem e que não causem maiores problemas.

Peguemos por exemplo um negócio de cargas fracionadas. É extremamente normal que uma empresa se previna e tente diminuir danos que possam ser causados a sua estrutura, suas estratégias e seus negócios. Animais de estimação são parecidos.

Se algo que eles acreditam que podem machucar ou infeccionar o seu corpo, automaticamente eles irão buscar um mecanismo de defesa para aquilo, seja lambendo para limpar a sujeira, ou mordendo para coçar e tentar tirar a dor de alguma forma.

Muitas pessoas, independente se trabalham ou não com elemento filtrante, não sabem, mas a ideia do colar se originou por volta do século XVI, desenvolvido primeiramente para humanos, mas especificamente para a rainha Elizabeth I.

O principal intuito era evitar que a mesma roesse suas unhas e, posteriormente, começou a ser utilizado para tratamento de animais e aumentar a velocidade de regeneração de machucados e feridas. Não é à toa que o nome é Elizabetano.

Embora antigamente não existisse laudo ergonômico, funcionou com a rainha, portanto, nada mais justo do que utilizar e batizar da maneira que foi pensada. Quando temos isso em mente, nos dias atuais, podemos destacar alguns benefícios como:

  • Aumentar a taxa de regeneração do animal;
  • Garante economia do dono;
  • Diminui a probabilidade de infecções;
  • Diminui a quantidade de dias necessários de recuperação.

Claro que cada dono escolhe o que for melhor para o seu cachorro, e por isso que existem alguns tipos de colar e algumas dicas que podem ser bem aproveitadas, como será possível verificar nos tópicos a seguir.

Os tipos de colar

Existem alguns tipos de colar elizabetano que são melhores utilizados do que outros, dependendo da necessidade do seu cão ou gato. 

Assim como uma empresa de divisora de massa procurar diversas opções para solucionar seus problemas, o mesmo deve ser feito por você para garantir a segurança do seu bichinho.

O primeiro tipo que podemos mencionar é também o mais conhecido, aquele em formato cônico e que é feito de plástico. 

Dessa forma, eles permitem uma boa liberdade, mas pode-se dizer que atrapalham a visão e os animais podem acabar esbarrando e colidindo com alguns objetos ou em paredes.

Obviamente que ele é um pouco pesado por ser um pouco rígido e não tão maleável, além de cortar o coração de qualquer dono ao ver seu pet com isso, mas quando se pensa e leva em conta a quantidade de gastos e problemas que o animal pode desenvolver caso não use, é importante superar isso e aplicar no bichinho.

Em contrapartida, também existe o estilo de pano que é mais confortável e maleável, ajudando o pet a se locomover melhor, além de garantir que o mesmo se sinta melhor. 

Porém, esse ainda limita a visão e pode não proteger tanto o cão ao se deslocar e esbarrar em paredes e outros afins.

Se atente também às cores que muitas delas podem acabar influenciando no comportamento do cachorro ou gato, sem mencionar o tamanho que varia dos números 1 a 10. 

Normalmente, os próprios veterinários, quando se passa com eles, indicam um tamanho. Mas nesse caso específico basta o bom senso. Não existem motivos para comprar um tamanho 8 se o seu cachorro é um Yorkshire, por exemplo.

É possível a substituição?

Essa é uma dúvida muito comum entre diversas pessoas que possuem bichinhos. Por ver eles “sofrendo” ou incomodados com o colar elizabetano, e por isso procuram alternativas para não colocar aquele “capacete”, como muitos chamam.

Mas para a alegria de muitos por aí, existem algumas possibilidades que iremos comentar agora. Confira as seguintes informações.

Uma possibilidade é o conhecido cone inflável, facilitando a visibilidade dos animais, proteção e até mesmo conforto, facilitando até mesmo na alimentação deles, coisa que é bastante diferente de outros encontrados no mercado.

O macacão cirúrgico também pode ser uma alternativa excelente, principalmente para quando cães são castrados. É uma espécie de macacão, roupinha, que é muito confortável e garante ao pet uma maior liberdade, possuindo o mesmo objetivo que o colar.

Por fim, podemos citar o cone de pescoço, que tem o mesmo propósito comentado até o momento, é muito parecido com o cone inflável, mas lembra algo como uma coleira. Seu defeito é gerar a sensação de sufocamento nos animais, deixando-os nervosos.

Criando o seu próprio colar

Uma possibilidade é fazer o seu próprio colar para o seu animalzinho, garantindo o mesmo objetivo com materiais diferentes e formas diferentes de ser feito. 

Embora seja mais indicado comprar um, recorra a esse apenas em casos urgentes, afinal, quando comprado, os mesmos possuem medidas e padrões de fábrica.

Faça a medida de dois círculos, um que caiba no pescoço do animal e passe pela cabeça, e um segundo duas vezes maior. 

Utilize o material e corte na marcação circular realizada e, caso não tenha conseguido fazer algo muito legal, vá ajustando o corte conforme ver que cabe ou não no pescoço do pet.

As áreas que ficarem em contato com o pescoço devem ter fita adesiva ou algum outro material que garanta que não vai machucar o animal, afinal, cortes mal feitos ou até mesmo mal polidos podem gerar ferimentos no pescoço do mesmo.

Esse colar pode ser preso com outros tipos de fita, cola ou até mesmo barbante, dependendo muito do que você estipula ser o ideal ou do material disponível na hora para suprir um momento onde nada melhor é possível.

Mas, tenha em mente que essa medida é algo temporário e, assim que possível, você deve comprar um novo e que realmente seja melhor construído e fabricado, os cachorros e gatos conseguem tirar o caseiro com facilidade, além de poder gerar incômodos e machucados.

Agora que já entende melhor sobre o colar elizabetano, comece agora mesmo a estudar qual o melhor para o seu animal. Ele agradecerá e muito, mesmo que não entenda exatamente o motivo por você forçá-lo a usar isso.

Esse texto foi originalmente desenvolvido pela equipe do blog Guia de Investimento, onde você pode encontrar centenas de conteúdos informativos sobre diversos segmentos.

Compartilhe agora mesmo:

Você vai gostar também:

Para enviar seu comentário, preencha os campos abaixo:

Deixe um comentário


*


*


Seja o primeiro a comentar!

JUNTE-SE Á NOSSA LISTA DE SUBSCRITORES

Entre para nossa lista e receba conteúdos exclusivos e com prioridade

100% livre de spam.

Damos valor à sua privacidade

Nós e os nossos parceiros armazenamos ou acedemos a informações dos dispositivos, tais como cookies, e processamos dados pessoais, tais como identificadores exclusivos e informações padrão enviadas pelos dispositivos, para as finalidades descritas abaixo. Poderá clicar para consentir o processamento por nossa parte e pela parte dos nossos parceiros para tais finalidades. Em alternativa, poderá clicar para recusar o consentimento, ou aceder a informações mais pormenorizadas e alterar as suas preferências antes de dar consentimento. As suas preferências serão aplicadas apenas a este website.

Cookies estritamente necessários

Estes cookies são necessários para que o website funcione e não podem ser desligados nos nossos sistemas. Normalmente, eles só são configurados em resposta a ações levadas a cabo por si e que correspondem a uma solicitação de serviços, tais como definir as suas preferências de privacidade, iniciar sessão ou preencher formulários. Pode configurar o seu navegador para bloquear ou alertá-lo(a) sobre esses cookies, mas algumas partes do website não funcionarão. Estes cookies não armazenam qualquer informação pessoal identificável.

Cookies de desempenho

Estes cookies permitem-nos contar visitas e fontes de tráfego, para que possamos medir e melhorar o desempenho do nosso website. Eles ajudam-nos a saber quais são as páginas mais e menos populares e a ver como os visitantes se movimentam pelo website. Todas as informações recolhidas por estes cookies são agregadas e, por conseguinte, anónimas. Se não permitir estes cookies, não saberemos quando visitou o nosso site.

Cookies de funcionalidade

Estes cookies permitem que o site forneça uma funcionalidade e personalização melhoradas. Podem ser estabelecidos por nós ou por fornecedores externos cujos serviços adicionámos às nossas páginas. Se não permitir estes cookies algumas destas funcionalidades, ou mesmo todas, podem não atuar corretamente.

Cookies de publicidade

Estes cookies podem ser estabelecidos através do nosso site pelos nossos parceiros de publicidade. Podem ser usados por essas empresas para construir um perfil sobre os seus interesses e mostrar-lhe anúncios relevantes em outros websites. Eles não armazenam diretamente informações pessoais, mas são baseados na identificação exclusiva do seu navegador e dispositivo de internet. Se não permitir estes cookies, terá menos publicidade direcionada.

Importante: Este site faz uso de cookies que podem conter informações de rastreamento sobre os visitantes.